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Como participar deste blog?


Prezados amigos,

Um dos motivos para que este blog viesse ao ar foi para reunir ou sistematizar a produção paraibana de LIJ, para que possamos conhecer mais e melhor os criadores locais e que, a partir de algumas informações-chave, possamos instituir uma regional da AEILIJ (Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil), que fortalecerá e, certamente, dinamizará o segmento nestas terras de tantos outros maravilhosos criadores. Então, se você é ou conhece escritores ou ilustradores paraibanos ou radicados na Paraíba que se dedicam à literatura infantil ou juvenil, junte-se a nós neste projeto.

Grande abraço a todos, Tonton.

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Carta Aberta aos presidenciáveis e demais candidatos a cargos eletivos


Em 2008/2009 o Ministério da Cultura apresentou um projeto de revisão da Lei de Direito Autoral. Diversos pontos do projeto causaram grande polêmica entre os criadores, pois legalizavam a cópia integral das obras, sem a necessidade de pagamento ou autorização dos criadores. Mediante o protesto geral de muitos segmentos envolvidos direta ou indiretamente, foram feitas consultas públicas através de seminários em todo o país, dando voz a representantes das cadeias criativas, produtivas e distribuidoras dos bens culturais. O projeto sofreu várias revisões, mas nunca foi levado a público o novo teor do texto final. Com as mudanças no ministério, o projeto ficou parado, mas, no calor das campanhas eleitorais, o assuntou voltou à pauta. Sendo assim, a AEILIJ decidiu tornar pública essa Carta Aberta aos presidenciáveis e demais candidatos a cargos eletivos, questionando suas propostas e opiniões sobre o assunto.

OS ESCRITORES E ILUSTRADORES DE LITERATURA PARA CRIANÇAS E JOVENS E AS ELEIÇÕES

A AEILIJ (Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil) representa centenas de autores por todo o Brasil. Somos uma entidade atuante nas feiras do mercado editorial e em inúmeros programas de incentivo à leitura de Literatura, além de atividades beneficentes e solidárias. Nós, autores de Literatura Infantil e Juvenil, dividimos nosso tempo entre o trabalho de criação de nossos livros e o de percorrer colégios e eventos culturais para incentivar crianças e jovens à leitura, não apenas de nossos livros em particular, mas da Literatura como um todo. E fazemos isso, com frequência, voluntária e gratuitamente. Nossa remuneração é extraída dos percentuais que ganhamos sobre as vendas dos livros, que nunca ultrapassam os 10% do preço de venda. São nossos Direitos Autorais garantidos por lei. São o que nos confere subsistência em troca de um trabalho árduo de criação e de difusão da Literatura em espaços culturais.

Em passado recente, por iniciativa de órgãos públicos e privados, nós, autores, nos sentimos extremamente apreensivos e ameaçados pelas propostas de revisão da Lei de Direito Autoral, que limitariam a possibilidade de dispormos de nossa produção, dando direito a outros de copiarem livremente nossos livros sem necessidade de licença ou pagamento. Sob o conceito vago de “papel social da arte”, nosso país ameaçou andar na contramão de sociedades mais dinâmicas, fato que desencorajaria e limitaria a produção de conhecimento e, principalmente, de Literatura, de forma livre e democrática.
Agora, no calor das eleições, a AEILIJ vem convidar os candidatos aos mais altos cargos executivos e legislativos do Brasil a aprofundar a questão acima e a trazer a público suas propostas com relação ao assunto.

A leitura no Brasil assiste a um momento generoso, em que jovens acorrem espontaneamente a eventos, como a recente Bienal do Livro de São Paulo, e se apresentam como leitores em diversos momentos de nossa vida social. Isso é efeito, entre outros fatores, do trabalho de décadas desses autores, que tanto se empenharam em aproximar a Literatura dos leitores, principalmente crianças e jovens. Acreditamos que a Literatura é um bem humano, que aprimora o espírito e a mente, bem como estimula a fraternidade entre as pessoas e a consciência crítica e cidadã de cada um.

Sem autores não há Literatura. A Literatura desapareceria. Ao atentarem contra a possibilidade de os autores tirarem sua subsistência de seu trabalho, privando-os de seus direitos autorais e confiscando suas obras, essas ações matarão a Literatura Brasileira.

Acreditamos também que uma eleição não deve se resumir ao denuncismo histérico, mas ao confronto de propostas, de projetos, de visões do Brasil.

É por isso que a ASSOCIAÇÃO DE ESCRITORES E ILUSTRADORES DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL pede a seus filiados, aos autores de Literatura de modo geral, e ao público que vê a importância da Literatura em nossas vidas e em nossa sociedade que privilegiem com seu voto os candidatos que apresentarem projetos claros, explícitos em relação à garantia da integridade dos direitos dos autores – os Direitos Autorais -, que se comprometam de fato com a democratização e a disseminação da Literatura bem como de todas as atividades culturais.

Pedimos também a todos os que concordarem com esta carta aberta que a compartilhem, disseminem, divulguem e defendam.

AEILIJ 

terça-feira, 27 de maio de 2014

CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA AEILIJ



Conforme publicado no jornal O Dia, do dia 22/05/2014, página 05, Caderno Classificados (seção Negócios - Avisos), está convocada a Assembleia Geral Ordinária da AEILIJ, conforme edital de convocação abaixo:


CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA AEILIJ
A Presidência da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil  - AEILIJ, inscrita no CNPJ/MF sob nº 03.374.569/0001-05, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,  CONVOCA, todos os seus associados para  participarem da Assembleia Geral Ordinária que se realizará no dia 31 de maio de 2014, em primeira convocação às 17h30min com a presença de no mínimo 1/3 (um terço) do número total de associados até esta data. E, em segunda e última convocação às 18h, com qualquer número de associados que acontecerá no 16o Salão FNLIJ no Centro de Convenções Sul América  com a finalidade de tratar acerca das mudanças necessárias para atualização/modificação do estatuto da associação com vistas à sua modernização, onde será discutida e deliberada a seguinte ordem do dia:
I – Reratificação da Diretoria eleita; II - Posse da Diretoria eleita; III - Alteração do endereço da Associação; IV - alterações do estatuto; VI - Revisão dos pré-requisitos para se associar; VII - Funções dos Representantes Regionais; VIII - Isenção da anuidade para quem faz parte da Diretoria; IX - Valor da anuidade; X – Assuntos gerais.
Rio de Janeiro, 21 de maio de 2014.
Sandra Pina (Presidente) e Anielizabeth Bezerra Cruz (Vice-Presidente) - Presidência AEILIJ - 2013-2015
AEILIJ - Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil
http://www.aeilij.org.br
Rio De Janeiro, Rj 20000-000
Brazil

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

A magia tem de continuar...


Com os votos de todos os que fazem a AEILIJ, uma entidade de criadores de textos e imagens, de sonhos transformados em realidade e com a magia da força da colaboração entre iguais, desejamos a todos os que apreciam a literatura infantil e juvenil, de autores nacionais e de todos os recantos desse mundão, um 2014 repleto de encantamentos e de muitas alegrias.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Para conhecer um pouco mais da AEILIJ

AEILIJ reúne autores e ilustradores de infantis e juvenis


Por Ivani Cardoso

Com mais de 400 associados de vários estados brasileiros, a Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil, desde 1998, representa profissionais dessa área. Na presidência está Sandra Pina, escritora, jornalista e tradutora. Ela explica que a associação nasceu da necessidade de reunir profissionais que, pela natureza de seu ofício, trabalham muito isolados. “A ideia, desde o início, foi a troca de experiência e informação”, comenta. A entidade não tem uma sede física, mas o endereço oficial para correspondências é no Rio de Janeiro, cidade onde se encontra a maior parte da diretoria atual. Nas últimas décadas aumentou muito o número de ilustradores em atividade e muitos publicam no Exterior, da mesma forma que ilustradores estrangeiros têm sido contratados por editoras brasileiras. Entre as dificuldades encontradas pelos associados, Sandra destaca a falta de interesse para a Literatura Infantil e Juvenil no Brasil: “muito pouco da produção é encontrada nas livrarias ou resenhada pelos veículos de comunicação: “de modo geral, as livrarias vendem os best-sellers importados ou os chamados livros-brinquedo. Nada contra, mas ainda falta muito para o livro fazer, realmente, parte da infância brasileira. Afinal, quantos pais, avós, tios optam por comprar livros para suas crianças?” 


Leia a entrevista na íntegra: aqui.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A voz dos autores

Reproduzimos abaixo, a entrevista de Sandra Pina, presidente da AEILIJ, ao Blog da Editora DCL.

Para acessarem o texto original, cliquem aqui.

Por Paula Thomaz, 

A premissa é perfeita para aquela que um dia seria escritora: ela nasceu em uma família que adorava histórias após as refeições, os mais velhos contavam causos da infância, das crianças e de tudo o que se podia imaginar. Sua mãe lia livros e revistas em quadrinhos todas as tardes para ela e suas irmãs. Ela cresceu, virou jornalista, publicitária e há pouco mais de 10 anos, aventurou-se na escrita de suas próprias histórias. Essa é Sandra Pina que, passada uma década de carreira como escritora, eis que ela se torna representante maior dos escritores e ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil. Na última eleição da Associação dos Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil, ocorrida no mês de junho, ela foi escolhida a presidente da AEILIJ.


Nesta entrevista a autora de mais de 25 livros, entre eles, “Um barco, um avião, uma bolha de sabão”, “E assim surgiu o Maracanã”, publicados pela DCL, fala sobre sua visão do mercado editorial, das questões que envolvem a produção de LIJ, os desafios de sua gestão e que pretende ser “porta-voz de um grande grupo na defesa da profissionalização do nosso ofício. Daqui a dois anos, quando a gestão acabar, os associados da AEILIJ poderão dizer se cumprimos ou não o papel que nos foi designado”. Leia a íntegra:

Editora DCL – Sandra, qual o panorama do mercado editorial especificamente falando deLIJ?
Sandra Pina (SP)– Acho que sempre vale lembrar que o mercado editorial de LIJ no Brasil é bastante peculiar. Ao contrário de outros países, onde a livraria é um foco importante, por aqui a produção editorial está mais voltada para a escola. Os grandes compradores dos livros de LIJ são as escolas e o governo (federal, estadual e municipal). O que nos leva a uma situação meio “antagônica”, quero dizer, se, por um lado temos compradores “fieis” e “constantes” (as escolas continuam a usar nossos livros nos currículos, e o governo, em suas diversas instâncias, continua a lançar editais para abastecer bibliotecas e programas de leitura, por outro, não há um investimento em pontos de venda. Qualquer um que chegue numa livraria hoje, encontrará livros coloridos (os chamados livros brinquedo) expostos e, com um pouco de sorte, livros de autores brasileiros espalhados pelas prateleiras, mas não verá nenhum tipo de estratégia de marketing que “convide” o público a conhecer esse ou aquele livro, por exemplo (é claro, salvo no caso dos best sellers que já chegam em terras brasileiras na esteira da fama internacional). Em suma, alguns autores de LIJ podem até ser bem conhecidos dentro do âmbito escolar, mas não conseguem fazer o “crossover” para um público maior, ou mesmo para o público que frequenta livraria.
Sei que existem diversas “questões” envolvendo a exposição de um produto no ponto de venda e, mais que isso, sei que se questiona o hábito do brasileiro de frequentar a livraria. Mas isso também me leva a pensar: se o público não vai até o livro, por que o livro não pode ir até o público? Por que os marketeiros de plantão não constroem uma estratégia que leve o livro infantil a outros pontos de vendas, por exemplo? Por que o mercado editorial de LIJ não pode se expandir até a loja de brinquedos? ou até a banca de jornais? ou ao supermercado? ou à lojinha de conveniência? Acho que sempre vale a pena lembrar o “case” daquele chinelinho tão famoso, né?

DCL – O que representa para você estar à frente da AEILIJ atualmente?
SP –
A AEILIJ é uma instituição que vem crescendo lenta e consistentemente ao longo dos seus 14 anos de existência. Pessoalmente, acredito na força na união e, a meu ver, esse é um dos pontos fortes da AEILIJ. Autores da palavra e da imagem trabalham de forma muito isolada e a associação é um espaço onde podem trocar experiências, discutir angústias profissionais, buscar soluções para questões delicadas de mercado, etc. Por outro lado, é também um lugar onde os autores podem ir além, participando de ações solidárias, por exemplo, como as coleções de livros acessíveis que fizemos em parceria com a Fundação Dorina Nowill ou os encontros com leitores na ong Meninos de Luz, aqui no Rio de Janeiro. Enfim, para mim, estar à frente da AEILIJ é uma oportunidade de dar continuidade a esse trabalho, esse sonho, iniciado por um pequeno grupo de meia dúzia há 14 anos, e que hoje congrega mais de 400 autores espalhados pelo Brasil todo.



DCL – O que representará para os autores e ilustradores associados a sua gestão?
SP – 
Essa é uma boa questão. Acho que só poderá ser completamente respondida depois que a gestão acabar. Mas eu e a Anielizabeth, nossa vice-presidente, não temos a pretensão de descobrir a pólvora ou operar algum milagre. O que queremos é ser representates dos nossos associados nas questões que forem levantadas; porta-voz de um grande grupo na defesa da profissionalização do nosso ofício. Daqui a dois anos, quando a gestão acabar, os associados da AEILIJ poderão dizer se cumprimos ou não o papel que nos foi designado.

DCL – Dá para incluir anseios seus, de escritora, na sua gestão?
SP – 
Procuro deixar bem separados esses meus dois lados, o de escritora (da minha carreira pessoal) e o de presidente da AEILIJ, embora, eu só esteja ocupando o cargo porque sou uma escritora, e porque tenho uma carreira pessoal, né? Mas existem os anseios profissionais que não estão ligados diretamente ao lado criativo e à carreira (edição de livros, vendas, etc.). Falo de reconhecimento profissional, de sermos (nós, criadores de livros para crianças de jovens) repeitados com relação às nossas criações de texto e de imagens, nas questões contratuais, nas prestações de contas de DAs,  nos convites (muitas vezes absurdos) que recebemos, etc. Creio que esses “anseios” têm sido prioridade em todas as gestões que passaram pela AEILIJ, e seguramente, continuarão sendo prioridade em nossa gestão.

DCL – Qual a receita do sucesso de um livro de LIJ? Ele precisa ter finalidade moral e pedagógica necessariamente?
SP – 
Ops! Acho que todos os autores de LIJ tentam, de alguma forma, descobrir essa receita! (risos) Mas não acredito na “finalidade moral e pedagógica”, acredito no encantamento. Um leitor percebe quando uma história é escrita para “ensinar” alguma coisa, independente da idade que tenha. Nós adultos achamos que as melhores histórias são aquelas que nos fazem pensar, que nos levam a questionar, a querer mais, não é mesmo? Acho que isso vale também para o leitor criança/adolescente. Se existir uma “moral” ou “pedagogia” na história, que ela seja percebida naturalmente pelo leitor e não esteja “descaradamente” explícita no texto ou na ilustração. Para ensinar existem os livros didáticos. A literatura é para provocar sentidos, questionamentos, ideias, para mexer com o leitor, tirá-lo de sua zona de conforto, independente de ser através do drama, do riso, da fantasia, da poesia, etc.

DCL – Há algum tempo a LIJ era relegada à um papel menor no mercado editorial. Qual o lugar da LIJ no mercado hoje? Ela já alcançou sua maturidade literária e ganhou seu devido lugar na cultura do brasileiro?
SP – 
Infelizmente ainda há pessoas (inclusive na academia) que ainda pensam a LIJ como uma “literatura menor”, mas essa visão está mudando, mesmo que lentamente. Todos esses programas de incentivo à leitura espalhados pelo país estão mostrando que, se queremos adultos mais conscientes e esclarecidos, essa formação passa pela LIJ, uma vez que é com ela que a criança tem seu primeiro contato com a literatura.
Por outro lado, os números mostram que a LIJ representa atualmente uma importante fatia do mercado editorial brasileiro hoje. Diversas editoras começaram a investir mais seriamente no segmento, por exemplo.
A LIJ brasileira é (e falo isso sem a menor sombra de dúvida) de altíssima qualidade literária. É claro que existem livros com mais qualidade que outros, como em qualquer lugar do mundo ou em qualquer segmento literário, mas, no geral, nossa LIJ não fica devendo a ninguém. Nossos autores de texto estão cada vez mais maduros e criando histórias cada vez melhores, e nossos autores de imagem, em sua maioria, vem alcançando padrão internacional, buscando qualificação técnica, desenvolvendo pesquisas, etc. Acho que ainda temos uma boa estrada a trilhar para alcançar nosso devido lugar e respeito na cultura brasileira, mas creio que estamos no caminho certo.

DCL – Contudo, ainda há desafios para Literatura Infantil e Juvenil? Quais?
SP – 
Desafios sempre há, e sempre haverá. Além dos desafios individuais de criação, da angústia da folha em branco (risos), há um desafio em especial que vem se colocando à frente dos criadores de LIJ nos dias atuais, que é o tão falado “politicamente correto”. Temos visto nossos textos e imagens sendo “alterados” em nome do politicamente correto; expressões idiomáticas, palavras, imagens são questionadas. Então o desafio que se coloca é o de contornar essa questão. É como se, por escrevermos para crianças e jovens, nossas histórias tivessem que acontecer em “mundos, cenários e com personagens ideais”, sem “defeitos”. Porém, se a literatura tem um papel questionador na sociedade, qual o objetivo de mostrar um mundo perfeito? O que nos faz pensar, o que mexe com os sentidos do ser humano são as imperfeições, não é mesmo? São aquelas situações que nos incomodam, né? Creio que mostrar um “mundo perfeito” na LIJ, seria como criar um bebê numa redoma de vidro, sem deixá-lo criar anti-corpos naturais para combater as bactérias que irão atacá-lo ao longo de sua vida.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

15o Salão Anual da FNLIJ (de 06 a 16/06/2013)


Foi aberto ontem, e segue até o próximo dia 16 deste mês, o 15o Salão Anual da FNLIJ. Maior evento nacional dedicado exclusivamente à literatura infanil e juvenil, conta com a participação de inúmeras editoras, sendo importante oportunidade para se conhecer o que de melhor e de mais recente se publica na área, razão pela qual, neste evento, são realizados diversos lançamentos, contando com a participação de escritores e ilustradores de todo o país (com grande participação de associados da AEILIJ). Além de discussões para a cadeia produtiva, há espaço para a cadeia criativa, bem como para pais, educadores e, claro, para o público infantojuvenil, destinatário principal do evento. Vale a pena conferir! A programação completa, bem como outras informações relacionadas podem ser obtidas aqui.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Escritora de Literatura Juvenil vence o Jabuti na categoria Livro do Ano



O 54º Prêmio Jabuti anunciou na noite desta quarta-feira (28/11), durante cerimônia realizada na Sala São Paulo, os vencedores das categorias mais aguardadas do setor literário brasileiro. Com o livro Saga brasileira: a longa luta de um povo por sua moeda, a jornalista Miriam Leitão recebeu o prêmio de Livro do Ano de Não Ficção. Já a autora Stella Maris Rezende foi contemplada com o Livro do Ano de Ficção pela obra A mocinha do Mercado Central.

O desfecho da cerimônia foi marcado por discursos emocionados das duas ganhadoras. "Eu estou transbordando de alegria", afirmou no palco Miriam Leitão, após ter seu nome anunciado pelo apresentador da noite, Carlos Tramontina. Já Stella Maris descreveu-se como "muito emocionada" e classificou a distinção como um momento "mágico".

Stella Maris comentou ainda o fato de ter competido contra si mesma na categoria juvenil: enquanto "A mocinha do mercado central" ficou em primeiro, seu "A guardiã dos segredos de família" terminou em segundo. "Me parece que é a primeira vez que ganha um juvenil [como livro do ano de ficção]", afirmou a autora, antes de lembrar que faz 33 anos que publicou sua primeira obra.

Com ilustrações de Laurent Cardon e apresentação escrita pelo ator Selton Mello, "A Mocinha do Mercado Central" retrata as transformações da jovem Maria Campos, que decide aventurar-se por diferentes experiências e, em cada uma delas, adota um novo nome cujo significado a ajuda a vencer os desafios.

Stella Maris já havia sido indicada ao Jabuti três vezes. Para a autora, o reconhecimento de uma obra juvenil abre espaço para que esse gênero da literatura juvenil seja mais apreciado pelos leitores e pela mídia. “É a juventude querendo se conhecer”, disse ela ao se referir ao crescente interesse dos jovens pela literatura.

Com informações dos sites:

http://www.cbl.org.br/telas/noticias/noticias-detalhes.aspx?id=2020

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/11/miriam-leitao-e-stella-maris-rezende-ganham-o-premio-jabuti-2012.html

http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/livros/2012-11-29/stella-maris-rezende-e-miriam-leitao-ganham-jabuti-2012.html

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Terminando as férias...



Prezados amigos e frequentadores deste blog,

É com satisfação que comunico que, como coordenador da Regional Pernambuco da AEILIJ, firmamos parceria com o Suplemento Correio Criança do Correio da Paraíba. Assim, a cada quinze dias, o público terá histórias minhas e de outros criadores associados à AEILIJ de todo o Brasil, bem como contará com entrevistas, ilustrações, resenhas e sugestões de livros. Outras ideias estão por vir...

Esta parceria reforça o compromisso das duas organizações em levar às crianças, em especial as paraibanas, literatura infantil da melhor qualidade, prezando pela qualidade literária e estética deste conteúdo, visando a formação de jovens leitores, para que, neste sentido, possam ampliar sua visão de mundo, da condição humana, contribuindo, também, para o desenvolvimento do senso crítico e da criatividade.

Para acessarem o conteúdo deste suplemento, basta clicar sobre o logo do Correio Criança (no rodapé desta página). Este projeto comum teve início na edição de n. 46. Boa leitura. Divirtam-se!

terça-feira, 17 de abril de 2012

Novo site da AEILIJ está no ar!


O novo site da AEILIJ está no ar, com muitas facilidades de navegação, a informação que você deseja e muito mais bonito.

Visitem, conheçam nossa organização e novas ações em prol de um Brasil melhor, de crianças e jovens leitores. Participem, colaborem, juntem-se a nós!

É fácil, basta clicar aqui ou digitar www.aeilij.org.br em seu navegador.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Lançamentos AEILIJ no Salão da FNLIJ

No período de 18 a 29 de abril próximo, acontecerá, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, o 14o Salão do Livro Infantil e Juvenil da FNLIJ. Haverá vários lançamentos de autores associados à AEILIJ. Vejam abaixo uma compilação destes lançamentos por data e local. A respeito do Salão, acesse www.fnlij.org.br ou aqui.

Dados colhidos em 02 de abril no site da FNLIJ. Sujeito a alterações.

BE = Biblioteca para Educadores
BJ = Biblioteca para Jovens
BC = Biblioteca para Crianças
EL = Espaço de Leitura
EI = Espaço do Ilustrador

19/04 (quinta-feira)
09:00 - BJ - Cláudia Felício (Pára tudo, ed. Planeta)
09:00 - BC - Sandra Lopes (Cordel da Candelária, ed. Escrita Fina)
10:00 - BJ - Caio Riter (Eu e o silêncio do meu pai, ed. Biruta)
10:00 - EL - Sandra Ronca (Com que bicho você se parece?, ed. RHJ)
11:00 - BC - Rogério Andrade Barbosa (Ndule Ndule, assim brincam as crianças africanas, ed. Melhoramentos)
11:00 - EL - Anna Rennhack (A menina e o mendigo, de Charles Kiefer, ed. Record)
13:00 - BC - Ieda de Oliveira e Lupe Vasconcelos (Folclore em versos: Boitatá, ed. Zit)
14:00 - BC - Alessandra Pontes Roscoe (Caixinha de guardar o tempo, ed. Biruta)
14:00 - EL - Adriano Messias (Era lobisomem mesmo!, ed. Positivo)
15:00 - EL - Ricardo Benevides (Bola ou búlica, ed. Globo)
15:00 - EI - Salmo Dansa (Performance de Ilustrador)
16:00 - BJ - Salmo Dansa (A bruxa de lagoa negra, ed. Paulinas)
16:00 - EL - Regina Drummond (Coleção Eu, Ana e Coleção Samot, ed. Rideel)

020/04 (sexta-feira)
09:00 - BC - Cris Eich (Do outro lada da rua, ed. Positivo)
09:00 - EL - Adriano Messias (Dia de chuva e Dia de sol, ed. Biruta)
10:00 - BJ - Socorro Acioli (Ela tem olhos de céu, ed. Biruta)
10:00 - EL - Alexandre de Castro Gomes (O menino que coleciona guarda-chuvas, ed. Globo)
11:00 - BJ - Luiz Antonio Aguiar (org.) e Sandra Pina (Góticos contos clássicos e As aventuras de Tom Sawer, ed. Melhoramentos)
11:00 - BC - Celso Sisto (O rei das pequenas coisas, ed. Planeta)
11:00 - EL - Ieda de Oliveira e Fabiana Salomão (Viva o reino da terra, ed. Prumo)
12:00 - EL - Maté (Cadê o capitão Sardinha?, ed. Globo)
14:00 - BC - Alcides Goulart e Cris Alhadeff (Tá com medo?, ed. Jovem)
14:00 - EL - Anna Claudia Ramos (Era uma vez três velhinhas, ed. Globo)
15:00 - BC - Georgina Martins (Com que será que eu me pareço?, ed. Planeta)
15:00 - EL - Rogério Andrade Barbosa (Karingana wa karingana, ed. Paulinas)
16:00 - BJ - Rogério Andrade Barbosa (A tatuagem, ed. Biruta)
21/04 (sábado)
10:00 - BJ - Caio Riter (Um na estrada, ed. Melhoramentos)
11:00 - BC - Mary e Eliardo França (Todas as letras, ed. Global)
12:00 - EL - Flávia Savary (Meus olhos são teus olhos, ed. Positivo)
13:00 - BJ - Luiz Antonio Aguiar, Caio Riter e Flávia Côrtes (Soneto nas trevas, A filha das sombras e Senhora das névoas, ed. Edelbra)
14:00 - BJ - Rui de Oliveira (Quando Maria encontrou João & O amor plenilunar, ed. Nova Fronteira)
14:00 - EI - Eliardo França (Performance de Ilustração)
17:00 - BJ - Inês Stanisiere (Diário da Carol / De menina para menina, ed. Planeta)
17:00 - BC - Pedro Bandeira (Um gol de placa, O valente de calça molhada, Como conquistar essa garota e Aqueles olhos verdes, ed. Moderna)
18:00 - BJ - Rui de Oliveira (Três anjos mulatos do Brasil, ed. FTD)

22/04 (domingo)
13:00 - BC - Alessandra Pontes Roscoe (Atrás do olho fechado, ed. Callis)
14:00 - BC - Celso Sisto (Flor das alturas, ed. Zit)
14:00 - EL - Ana Sofia Mariz (Coleção Turma da horta via, ed. Zit)
15:00 - BJ - Celso Sisto (Diáfana, ed. Scipione)
15:00 - EL - Sonia Rosa (O menino de olhar apertadinho que enxergava longe, ed. Autêntica)
16:00 - BC - Ana Maria Machado (Quem foi que fez?, ed. Global)
16:00 - EL - Luciana Savaget (Poeta sem palavras, ed. Planeta)
17:00 - BC - Ana Maria Machado (Histórias greco-romanas e Histórias àrabes, ed. FTD)

23/04 (segunda-feira)
10:00 - EL - Ângelo Reis (Sambaranha, ed. RHJ)
14:00 - EL - Ana Sofia Mariz (A pedra na praça, ed. Rovelle)
15:00 - EL - Alcides Goulart e Felipe Vellozo (O grande segredo, ed. Jovem)
16:00 - BJ - Rosa Amanda Strauzs (adapt.) e Marilia Pirillo (O baile do fim do mundo, de Sylvia Orthof, ed. Rovelle)

24/04 (terça-feira)
09:00 - BJ - Luiz Antonio Aguiar (Mitos da civilização, ed. FTD)
09:00 - EL - Marilio Pirillo (Um fio de amizade, ed. Larousse)
11:00 - BC - AEILIJ Solidária e Fundação Dorina Nowill (10 Livros em braille)
11:00 - EL - Anna Rennhack (Carmela vai a escola, de Amélia Prado, ed. Record)
11:00 - EI - Hermes Bernardo Júnior (Performance de Ilustrador)
13:00 - EL - Rogério Andrade Barbosa (Contos da terra do gelo, ed. do Brasil)
14:00 - BJ - Tereza Cristina Campitelli (Aventureiros da Serra, ed. RHJ)
14:00 - EL - Fabio Sombra (Folia de reis, a festa em corde e Maracatu, a festa em cordel, ed. Escrita Fina)
15:00 - BE - Ieda de Oliveira (O que é qualidade em literatura infantil e juvenil, ed. DCL)
15:00 - EL - Hermes Bernardi Júnior (Medo dó de medo monstro, ed. Zit)
16:00 - EL - Hermes Bernardi Júnior (Lilliput de sorvete e chocolate, ed. Larousse)

25/04 (quarta-feira)
09:00 - BJ - Sonia Rosa e Salmo Dansa (Traços e tramas, ed. Rovelle)
09:00 - EL - Marilia Pirillo (Rita, Rita, Rita!, ed. Mundo Mirim)
11:00 - BJ - Júlio Emílio Braz (Jovens náufragos e suas batalhas, ed. Global)
11:00 - EL - Luís Pimentel (A palavra, o que é? e A menina, a vaca e o avô, ed. Positivo)
13:00 - BJ - Luís Pimentel (Felicidade foi embora, ed. Prumo)
13:00 - BC - Mauricio Veneza (Encontro)
13:00 - EL - Júlio Emílio Braz e Salmo Dansa (João e o pé de feijão, ed. Larousse)
14:00 - EL - Fernanda Morais (A cobra e a corda e Botas e bolas, ed. Escrita Fina)
14:00 - EL - Ronize Aline (O dono da lua, ed. Escrita Fina)
15:00 - BJ - Stella Maris Rezende (A sobrinha do poeta, ed. Globo)
15:00 - BC - Hellenice Ferreira (A lenda do alecrim, ed. Escrita Fina)
15:00 - BC - Andrea Viviana Taubman (O menino que tinha medo de errar, ed. Escrita Fina)
15:00 - EL - Anna Claudia Ramos e Patrícia Melo (Ler é..., ed. Zit)
15:00 - EI - Mauricio Veneza (Performande de Ilustrador)
16:00 - BJ - Hellenice Ferreira (Namoro encantado, ed. Globo)
16:00 - BJ - Hellenice Ferreira (Amor de mãe d´àgua, ed. Escrita Fina)
16:00 - EL - Salmo Dansa (Maria e Mariana, ed. Larousse)

26/04 (quinta-feira)
09:00 - EL - João Bosco (A princesa e a ervilha em cordel, ed. Prumo)
10:00 - BC - Alexandre de Castro Gomes (Viagem mundial interativa, ed. RHJ)
11:00 - BC - Luciana Savaget (Encontro)
13:00 - BC - Marilia Pirillo (Gato sapeca, ed. Rovelle)
14:00 - BJ - Anna Claudia Ramos (Não é bem assim a história, ed. Prumo)
15:00 - BC - Stella Maris Rezende (A menina Luzia, ed. DCL)
15:00 - EL - Eliana Pougy (A menina rabiscadeira, ed. Moderna)

27/04 (sexta-feira)
09:00 - EL - Flávia Cortês e Anielizabeth (De folha em flor, ed. Prumo)
10:00 - BJ - Luiz Antonio Aguiar (O maior mágico do mundo, ed. Biruta)
10:00 - EL - Ana Cristina Melo e Cris Alhadeff (O banho de Nina, ed. Escrita Fina)
10:00 - EL - Cristina Villaça (Família Alegria, ed. Escrita Fina)
11:00 - BC - Luiz Antonio Aguiar (O baú do tio Quim, ed. Biruta)
11:00 - EI - Anielizabeth (Peformance de Ilustrador)
12:00 - BJ - Sonia Rosa (Vovó Bentuta, ed. Record)
13:00 - BJ - Fabio Sombra (De onde nascem as histórias, ed. Record)
13:00 - BC - Glaucia Lewicki (Encantos e encrencas com a Cinderela, ed. Gryphus)
14:00 - EL - Fabio Sombra (Mês de junho tem São João, ed. Zit)
15:00 - BJ - Júlio Emílio Braz (Griot - Histórias que ouvimos na África, ed. Melhoramentos)
15:00 - BC - Glaucia Lewicki (Uma luz na escuridão, ed. Mundo Mirim)
16:00 - EL - Rogério Andrade Barbosa (Madiba, o menino africano, ed. Cortez)

28/04 (sábado)
10:00 - EL - Salmo Dansa (Uma festa do barulho, ed. Rovelle)
11:00 - BC - Glória Kirinus (Carta para el niño, ed. Paulus)
14:00 - EL - Leo Cunha e Salmo Dansa (Num mundo perfeito, ed. Paulinas)
15:00 - BJ - Ilan Brenman (Mais narrativas preferidas de um contador, ed. DCL)
15:00 - BC - Alcides Goulart (Super Z, ed. Jovem)
15:00 - EL - Leo Cunha (Cantigamente / Em boca fechada não entra estrela (nova edição), ed. Nova Fronteira)
16:00 - EL - Anna Claudia Ramos e Sandra Pina (Aconteceu na escola, ed. Pallas)
17:00 - BJ - Leo Cunha, Rogério Andrade Barbosa e Luiz Antonio Aguiar (Segredos de amor / Era uma vez a meia-noite, ed. Record)

29/04 (domingo)
11:00 - BC - Ricardo Benevides (O vô consertor, ed. Dimensão)
15:00 - EL - Leo Cunha (O reino adormecido, ed. Record)
16:00 - BJ - Leo Cunha (Videntes e outros pitacos no cotidiano, ed. Melhoramentos)
17:00 - EL - Sonia Travassos (Meu avô tem oito anos, ed. Globo)